Em Bali é assim

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A população é de cerca de 3,5 milhões de pessoas, mas só existem quatro nomes típicos, independente do sexo: Wayan (sempre dado ao primeiro filho), Made (ao segundo), Nyoman (ao terceiro) e Putu (ao quarto). E quem tiver mais filho? Começa a contar tudo de novo – e Wayan passa a ser também o quinto, Made o sexto, Nyoman o sétimo e por aí vai.
 

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A cebolinha vermelha , além de temperar 100% dos pratos balineses, tem o poder extra de afastar os maus espíritos. O bebê chorou de noite? Cinco minutos depois ele vai estar inteiro coberto de fatias de cebola.
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1.124 quilômetros quadrados da ilha são completamente cobertos de campos de arroz – que ocupam até canteiros no meio da rua.
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Os balineses acreditam que todos os bebês que nascem na ilha são reencarnações de antigos balineses (afinal, os espíritos não cruzam os oceanos). Como a ilha é pequena, logo depois do nascimento um padre é consultado para identificar quem exatamente está se reencarnando. E o bebê geralmente começa a receber visitas diferentes da noite para o dia – antigos amigos e familiares do morto, que vão matar as saudades e bater papo. Às vezes acontece do filho ser também o pai do pai, e coisa do gênero.
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Embora praticamente 100% do resto da Indonésia seja muçulmana, Bali é um reduto hinduísta, com influências budistas e animistas  – o que facilitam bem a vida do turista, que não ofende ninguém por ir à praia de biquíni, por exemplo.

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Quando um balinês nasce, a sua placenta é separada, lavada e enterrada ao lado da sua casa. Reza a lenda que ela representa “quatro irmãos” que nascem junto com o bebê, e que o protegem pela vida toda. Todo santo dia, até a criança perder o primeiro dente de leite, são feitas oferendas no altar erguido exatamente no lugar onde a placenta foi enterrada.

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Balineses nunca conversam na hora das refeições. Não por uma questão de educação, mas para não despertar a ira dos espíritos que ganham vida durante a preparação dos alimentos.

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Um bebê balinês nunca encosta no chão antes dos três meses de idade. Antes disso, ele não está protegido do medo e das doenças. Uma importante cerimônia marca o momento.

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Os balineses acreditam que os seis vícios da humanidade – ciúme, raiva, desejo, confusão, alcoolismo e avareza “entram” na pessoa através dos seis dentes superiores da frente. Por isso todo mundo deve passar pela cerimônia do “preenchimento dos dentes” antes de se tornar adulto, quando um padre cerra e nivela os seis dentes para neutralizar, para toda a vida, os tais vícios. Fácil assim. (Rachel)

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~ por amnasianow em outubro 1, 2009.

3 Respostas to “Em Bali é assim”

  1. Fala Canário. Ta chegando o dia. Como estão as coisas com a tsunami na cola? Vocês estão pensando em cobrir alguma coisa? Do jeito que você é louco vai querer esperar uma pra fotografar.
    Saudades e esperamos vocÊs em Varginha.
    Abraços
    Pitcho, Dani, Marina e Ana Luiza

  2. Fala, Mariones!
    Ta chegando nao, ja chegou. No fim de semana estamos em BH. Nao demora muito a gente aparece ai. Sobre o tsunami eu to preferindo correr mesmo…ta louco.
    Abracao!

  3. Adorei todas as fotos!!!! eu quero fazer fotos assim…….

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