Não pergunta que eu respondo

Impossível passar despercebido quando você começa a ocupar o dobro do volume no espaço, amparado por muletas desengonçadas e dando pulinhos aqui e ali. Quando tudo isso acontece no Nepal, a Disneylândia dos aventureiros em geral, você chama ainda mais atenção. Chega a adquirir uma aura de respeito, inclusive. Até que vem a primeira pergunta. Ou melhor, a primeira resposta.

 

       Você devia estar se divertindo horrores quando isso aconteceu, hein?

       Em que parte do trekking você se machucou?

       Qual dos circuitos você estava fazendo?

       Aposto que você estava num lugar espetacular, verdade?

 

A decepção é geralmente mais eminente que a curiosidade. Acho que eu vou começar a mentir daqui pra frente para não frustrar a imaginação das pessoas. 🙂 (Rachel) 

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~ por amnasianow em dezembro 15, 2008.

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