Engenharia masculina

Depois de experimentar todas as muletas do hospital de Katmandu e constatar que ninguém neste país deve chegar a 1,62m, me contentei em ir embora dando uns passos desajeitados com um par tamanho P, visivelmente pequeno para mim. “A gente resolve isso no hotel”, me garantiu o Marco, todo seguro de si.

 

Chegando lá, ele foi logo dar o tal jeito. Roupas daqui, cordas dali e no fim de meia hora eu tinha muletas perfeitas para a minha altura. Uma preta e uma branca, arrematadas com várias voltas de uma corda fina cheia de nós, com acabamento padrão colchão amarrado. “Não está ótimo?”

 

E lá fui eu pelas ruas do Thamel com um cachecol engruvinhado numa e o meu querido lençol de camping amarfanhado na outra. No terceiro dia eu percebi que a branca estava ficando meio disforme, que alguma coisa estava saindo lá de dentro, e fui tentar entender o que estava acontecendo. “Ah, tem uma cueca aí no meio, toma cuidado”, antecipou o Marco. Gênio! (Rachel)

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~ por amnasianow em dezembro 15, 2008.

2 Respostas to “Engenharia masculina”

  1. hahahahahahahahahahaha

  2. rarararararararara
    rararararararara
    Suuuuuuper jeito Marco de ser

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